Trump rejeita freios na IA e vê 'conspiração doentia' a favor da China
Presidente dos EUA afirma que o país já possui mecanismos regulatórios e defende investimentos em infraestrutura de data centers.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou publicamente os pedidos de líderes da tecnologia para desacelerar o desenvolvimento da inteligência artificial. Segundo apuração do g1, o republicano afirmou na segunda-feira (14) que os apelos por limites no setor fazem parte de uma "conspiração doentia" idealizada para favorecer a China, descrita por ele como a principal rival geopolítica dos americanos no segmento.
De acordo com informações do UOL Tilt e da agência Reuters, Trump rechaçou a necessidade de novas barreiras estatais e declarou que os Estados Unidos já dispõem de instrumentos judiciais e regulatórios suficientes para fiscalizar as companhias de tecnologia. O InfoMoney registrou que o presidente declarou que o país já possui "poder criminal e regulatório tremendo" sobre essas empresas, defendendo ostensivamente a expansão contínua da inteligência artificial e de seus centros de processamento de dados.
Ataque a executivos e demanda por energia
A publicação Decrypt destacou que Trump atacou diretamente a empresa de inteligência artificial Anthropic e se colocou como a principal salvaguarda necessária para o setor, rejeitando controles adicionais. Os posicionamentos ocorrem após alertas emitidos por pesquisadores no fim de semana sobre os riscos e o uso indevido da tecnologia.
Enquanto o governo rejeita freios ao setor, a demanda da infraestrutura de IA pressiona a matriz de energia norte-americana. Segundo reportagem da Folha com base em análise da agência Moody's Ratings, o avanço dos data centers nos Estados Unidos exigirá investimentos de US$ 110 bilhões (cerca de R$ 565,8 bilhões) na construção de 45 gigawatts em novas usinas de geração elétrica até 2030.
Fontes desta matéria
Esta matéria foi redigida com apoio de inteligência artificial a partir dos despachos das fontes acima e passou pela verificação de corroboração do OeiaNews. Entenda como apuramos.