Jacob Coxon deixa a IA e acusa OpenAI e Anthropic de 'brincar com vidas'
Britânico de 27 anos trabalhou três anos na etapa de pré-treinamento de modelos, primeiro na OpenAI e depois na rival, antes de anunciar a saída da indústria.

O pesquisador de inteligência artificial Jacob Coxon anunciou na terça-feira (8) que está abandonando a indústria e acusou OpenAI e Anthropic, as duas empresas americanas em que trabalhou, de "brincar com as nossas vidas". A informação foi publicada pelo g1 e pelo UOL Tilt.
Segundo o g1, Coxon é britânico, tem 27 anos e passou os últimos três anos trabalhando com pré-treinamento — a fase em que os modelos de inteligência artificial absorvem grandes volumes de informação. Ele atuou primeiro na OpenAI e, neste ano, migrou para a Anthropic, maior rival da empresa.
De acordo com o UOL Tilt, a mudança de empregador foi motivada pela avaliação do próprio pesquisador de que a Anthropic era mais prudente que a OpenAI. Ao deixar o setor, ele estendeu a crítica às duas companhias.
O Estadão registrou a declaração de Coxon em outra formulação: para o pesquisador, OpenAI e Anthropic não "agem com responsabilidade". O Globo publicou a acusação de irresponsabilidade dirigida às duas empresas, com a mesma expressão sobre estar "brincando com nossas vidas".
O caso foi reproduzido ainda por Correio do Povo, Folha PE, UOL Notícias e Brasil 247, este último com a versão "apostarem com nossas vidas" — variação de tradução da mesma declaração.
Não há, nas publicações, manifestação da OpenAI ou da Anthropic sobre as acusações do ex-funcionário.
Fontes desta matéria
Esta matéria foi redigida com apoio de inteligência artificial a partir dos despachos das fontes acima e passou pela verificação de corroboração do OeiaNews. Entenda como apuramos.