Dólar oscila entre R$ 5,10 e R$ 5,16 com juros dos EUA e petróleo no radar
Moeda americana e Ibovespa registraram forte volatilidade em meio a declarações do Fed, ata do Copom e variações na cotação da commodity.
Cobertura baseada em fontes de 21 de set. de 2026 a 24 de set. de 2026. A data de publicação no portal não é necessariamente a data do acontecimento.

O mercado financeiro brasileiro registrou volatilidade, com o dólar oscilando entre R$ 5,10 e R$ 5,16, acompanhando as variações no preço internacional do petróleo e os desdobramentos da política monetária nos Estados Unidos e no Brasil.
No início da semana, o dólar recuou para o patamar de R$ 5,10, enquanto o Ibovespa avançou 0,44%, impulsionado pela quarta queda consecutiva do petróleo WTI, que caiu abaixo de US$ 100 o barril, segundo informações do UOL Economia e da Exame. Na ocasião, a divulgação da ata do Copom e fatores eleitorais também influenciaram os investidores, de acordo com o Jornal O Sul e o SpaceMoney. No entanto, o Bahia Notícias registrou movimento oposto no mesmo período, apontando alta do dólar e queda da Bolsa.
A tendência se inverteu nos dias seguintes. De acordo com a Rádio Pampa e a Gazeta Brasil, o dólar subiu 1,28% e fechou a R$ 5,168, enquanto o Ibovespa recuou 0,85%, alcançando 185.824 pontos, pressionado pela recuperação do petróleo e por incertezas globais.
Juros nos EUA e ata do Copom no radar
No cenário externo, a presidente do Federal Reserve da Filadélfia, Anna Paulson, defendeu a possibilidade de um novo aperto monetário modesto nos EUA para reconduzir a inflação à meta de 2%, segundo reportou o Valor Econômico. Paulson destacou que votou pelo aumento dos juros promovido na semana anterior, marcando a primeira elevação desde julho de 2023.
Além das sinalizações do Fed, a ata do Copom repercutiu no meio político. Senadores do PT defendem a continuidade do processo de redução da taxa básica de juros no Brasil após a publicação do documento do Banco Central, conforme informou o veículo PT no Senado.
O que isso muda para o mercado e o consumidor
Para o mercado brasileiro e a economia nacional, a oscilação do dólar e do petróleo afeta diretamente as projeções de inflação e o custo dos combustíveis. A queda do barril WTI para baixo de US$ 100 alivia temporariamente a pressão sobre os preços domésticos, mas a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos tende a atrair capital para o mercado americano, mantendo o câmbio sob pressão.
Fontes desta matéria
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