Cade aprova sem restrições a compra de 12% do Assaí por sócios do Muffato
Negócio envolve veículos de investimento de Ederson e Everton Muffato; segundo o Assaí, a transação não altera o controle da companhia.
Cobertura baseada em fontes de 30 de set. de 2026 a 01 de out. de 2026. A data de publicação no portal não é necessariamente a data do acontecimento.

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra de uma participação de 12% no Assaí por investidores vinculados ao Grupo Muffato. A confirmação da decisão do órgão regulador foi emitida pela própria companhia de varejo, segundo o Valor Econômico.
Os compradores das ações são veículos de investimento detidos por Ederson Muffato e Everton Muffato, conforme reportou o InfoMoney. A autoridade antitruste tratou o processo como fusão ao constatar que um concorrente direto do mesmo segmento passa a ser o maior acionista do Grupo Sendas, informou a CNN Brasil. O UOL Economia e o Money Times também confirmaram a liberação integral do negócio pela Superintendência do Cade.
Em posicionamento divulgado ao mercado e citado pelo Valor Econômico, o Assaí afirmou que a decisão do órgão regulador não acarreta, por si só, mudanças no controle acionário ou na composição dos órgãos de administração da empresa.
Impacto no mercado
Para o setor de varejo e atacarejo no Brasil, a transação formaliza a entrada relevante dos sócios do Grupo Muffato na estrutura acionária do Assaí (ASAI3). A liberação sem restrições pelo órgão antitruste permite que investidores ligados a um grupo concorrente expandam sua participação financeira em uma das maiores redes do segmento no país sem a exigência de remédios regulatórios.
Fontes desta matéria
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