BASF processa Apple nos EUA por patentes de autenticação facial em iPhones
A subsidiária trinamiX afirma ter desenvolvido por uma década tecnologia contra desbloqueio por fotos, máscaras 3D e réplicas de rosto.

A empresa química alemã BASF processou a Apple nos Estados Unidos nesta quinta-feira (3), sob a acusação de violar sua tecnologia patenteada de autenticação facial. Segundo a Reuters, em despacho publicado pelo UOL Tilt, a alegação envolve diversos modelos de iPhone e iPad.
De acordo com o g1, a ação foi movida pela trinamiX, subsidiária da BASF. Na denúncia, a empresa afirma ter passado a última década desenvolvendo tecnologia para corrigir falhas de sistemas convencionais de reconhecimento facial — brechas que, segundo o texto da ação relatado pelo g1, permitiriam desbloquear aparelhos com fotografias, máscaras impressas em 3D e réplicas de rostos.
O que está em disputa
O processo trata de patentes ligadas à autenticação por reconhecimento facial, recurso presente nas linhas de iPhone e iPad. A Forbes Brasil e o TradingView também noticiaram a abertura da ação, descrevendo-a como acusação de violação das patentes de autenticação facial da companhia alemã.
A BASF é uma das maiores empresas químicas do mundo. A trinamiX atua no desenvolvimento de tecnologias de sensores, área em que, conforme a denúncia citada pelo g1, concentrou o trabalho de anos voltado à segurança do desbloqueio facial.
Contexto
O g1 ilustrou a notícia com imagem de modelos da linha iPhone 17 em uma loja da Apple nos Estados Unidos, registrada em 19 de setembro de 2025 pela Reuters.
Até o momento, os veículos que noticiaram o caso não registraram manifestação pública da Apple sobre as acusações.
Fontes desta matéria
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